Universidade: Tempo de Refletir sobre o Governo do PT (por Manoel Malheiros Tourinho)

Vale sempre ouvir as palavras de um sábio: Professor Manoel Malheiros Tourinho

(enviado a mim por email)

Estimado Felipe +
                        Como seria bom se o teu e-mail estivesse circulado entre nós antes do pleito, Poderia ter dado ordem a um debate que a Universidade e seus acadêmicos professores + alunos + servidores se ressentem ou quiça fujam devido aos seus laços conservadores.
                         O que o Brasil esta precisando é de debater a sua historia, a sua contemporaneidade e o seu futuro. Sem sofisma, sem medo. E tú sabes a minha posição: se a Universidade não iniciar o debate quem iniciará? Qualquer um que tome a dianteira o debate terá viés de interesses muito forte. Ainda vejo a universidade publica com o cenáculo (mais) liberal, livre.para tomar tal iniciativa.
                         Quem de nós não acreditou na transformação anunciada pelo PT em 2002. Mas o que se viu?  Uma carta ao povo brasileiro ficando ancoras nas doutrinas do capitalismo neoliberal e abrindo as portas para o sistema financeiro mundial. Vergonha.
                         Dai que muitos de nós pulou do barco. Tempos depois lendo de modo mais iluminado a historia brasileira se viu que não poderia ser outra a trajetória do PT como produto que é do desenvolvimento capitalista nacional na via dos “convey belts” da industria automobilistas multinacional cujos inimigos foram de saídas as ferrovias nacional, a navegação de cabotagem e a incipiente industria motora brasileira representada pela FNM, Volta Rendonda – Siderúrgica Nacional, etc.
                       Assim o PT foi ao longo da sua historia “republicana” mostrando a sua cara. Mesmo negando (sempre) os ditames das politicas financeiras internacionais não hesitou em abraçar firmemente os postulados do Banco Mundial e acreditar ingenuamente que com a globalização vamos chegar ao ultimo estágio da evolução  capitalista – o socialismo.
                      O PT é um partido conservador e hoje dono de uma engenhoca partidária que vive do acender uma vela à Deus e outra ao diabo.  Ao mesmo tempo que nos faz chegar as comunidades Quilombolas não hesita em favorecer um avanço desmensurado do investimento capitalista pesado na Amazônia através das politicas minerais, energéticas, que destroem a natureza, a cultura e as etnias.  Um dado para reflexão:  Até 2011, somente  111 das 2.847 comunidades quilombolas existentes no Brasil tinham sido tituladas, beneficiando 11.588 famílias, com 963.058 hectares, menos de 10% da área ocupada pelos latifúndios com mais de 2.500 hectares. (CNBB,2014).
                      Portanto o que desejo de coração é a partir do fato politico último criar a necessidade de debater as contingencias que levam  os interesses financeiros a re-inventar o liberalismo, a globalização, a sustentabilidade… Concretamente, não penso que o PT ainda seja um partido confiável., Perdeu-se na historia. Se duvidamos, ainda é possível ver sinais da campanha do PT para governador do nosso estado; não significando  que seja um aderente a politica do PSDB.
Tourinho

Por um Brasil com Menos Desigualdades Sociais

Permitam-me somente acrescentar algumas palavras, relacionadas com o assunto em voga. Antes de tudo, devo dizer que respeito qualquer opinião, embora não me cale diante de absurdos. Também, não sou e muito menos fui participante de qualquer partido político, assim como não sou um estudioso da Ciências Políticas e Sociais. Logo, minha proposição, aqui, é livre de sentimentos e se baseia simplesmente na observação. Pois bem, há pouco mais de dois anos visitei um Quilombo, na Ilha do Marajó/PA, chamado Maria Ribeira. Ali, conheci um rapaz de nome Pedro Pombo, líder da comunidade e que é bisneto do homem que a fundou. Na época de minha visita ao Quilombo, eu coordenava um curso que criei no Programa Nacional de Formação de Professores do Ensino Básico – PARFOR/UFRA. Em um momento de minha conversa com Pedro, perguntei-lhe se ele sabia sobre e sob quais condições seu bisavô tinha chegado naquele lugar. Foi quando eu aprendi um pouco mais da história do Brasil e que nunca tinha lido nos livros de História. E, este foi o relato de Pedro: Quando a Princesa Izabel assinou a Lei Áurea, surgiram as associações abolicionistas, as quais tinham como alvo verificar se haviam Negros nas fazendas do Marajó. Não importava se eram ou não bem tratados. Caso algum Negro fosse encontrado nas dependências de uma fazenda, as terras seriam tomadas pelo Império. Não restava opção a não ser mandar pessoas, possíveis suspeitas de serem escravas, embora. Vale dizer que no Pará, muitos Negros eram considerados como membro da família de seus “donos” – o caso de seu bisavô. Sob estas condições o bisavô do Pedro fundou o Quilombo e que serviu de abrigo a outras pessoas que não tinham para donde ir. Desde que a Senhora Princesa Izabel de Alcântara deu liberdade aos escravos, não se criou qualquer programa Social que amparasse a essas gerações. Essas pessoas tiveram de sobreviver sob suas próprias condições, como no caso do Quilombo Maria Ribeira. Vale dizer que fui convidado a ir ao Quilombo, pelo fato de ter uma aluna do PARFOR do Curso de Licenciatura em Ciências Naturais, chamada Regiane e que era professora de uma escola municipal precária da comunidade. Várias famílias ali recebiam algum tipo de bolsa do Governo Federal e isso as mantinha em condições dignas de poderem viver e estudar. Então, pude constatar que até hoje, só houve um governo que de fato teve essa preocupação com essas classes menos favorecidas. Sei que ratos existem em todos os lugares e deflagram suas sujeiras, mas o Governo Lula/Dilma tem também seus méritos e eu vi isso pessoalmente, naquele Quilombo. É como se o tempo tivesse parado e somente agora tivesse chegado o programa Social que a “Princesa” se esqueceu de criar. Cada um de nós é responsável e temos o dever de zelar pelo futuro de nosso país e fazemos isto com nosso voto, consciente de nossas responsabilidades. Tenho certeza que as pessoas que vivem nas mesmas condições dos liderados pela família de Pedro, também o fizeram. O Governo do ex-presidente Lula deu início a uma retomada de corrigirmos uma injustiça histórica que se arrasta sob os olhares de todos os outros governos e que nada fizeram para mudar isto. Hoje fico feliz ao saber que o dinheiro de meus impostos serve para alguma coisa. Fico feliz ao ver meus alunos de cota ingressando nas Universidades e indo para um país estrangeiro pelo Programa Ciências Sem Fronteira.  O Senhor Fernando Henrique Cardoso, teve sua chance e nada fez, para estas classes desfavorecidas, exceto com seus comentários sobre o Norte do Brasil. Agora ressurge na versão Collor de Mello II, melhor seria se tivesse morrido há tempos atrás, pois com certeza muitos brasileiros teriam dele melhor recordação.

Um forte abraço a todos.

Felipe

As eleições atuais à luz da história antipovo (Leonardo Boff)

Nada melhor do que ler as atuais eleições à luz da história brasileira na tensão entre as elites e o povo. Valho-me da uma contribuição de um sério historiador com formação em Roma, em Lovaina e na USP de São Paulo o Pe. José Oscar Beozzo, uma das inteligências mais brilhantes de nosso clero.

Diz Beozzo: “a questão de fundo em nossa sociedade é a do direito dos pequenos à vida sempre ameaçada pela abissal desigualdade de acesso aos meios de vida e pelas exíguas oportunidades abertas às grandes maiorias do andar debaixo.

Como nos ensina Caio Prado Júnior, nossa sociedade desigual repousa sobre quatro pilares difíceis de serem movidos: a) a grande propriedade da terra concentrada nas mãos de poucos de tal modo que não haja terra “livre” e “disponível” para quem trabalha ou para os que eram seus donos originários; b) o predomínio da monocultura; c) a produção voltada para o mercado externo (açúcar, tabaco, algodão, café e hoje soja; d) o regime de trabalho escravo.

A independência de Portugal não alterou nenhum destes pilares. Os que naquela época sonharam com um Brasil diferente, propunham a troca da grande pela pequena propriedade nas mãos de quem trabalhava; da monocultura para a policultura; da produção para o mercado internacional por outra voltada para o autoconsumo e para o abastecimento do mercado interno; do trabalho escravo pelo trabalho familiar livre. Isso pôde acontecer em quenas regiões da serra gaúcha e de Santa Catarina, com colonos alemães, italianos, poloneses, hoje um campo mais democratizado.

Houve geral oposição dos grandes proprietários escravistas a qualquer dessas medidas e foram matados a ferro e fogo levantes populares que apontavam para qualquer medida democratizante na economia, na política e sobretudo nas relações de trabalho. Basta rememorar algumas dessas revoltas: a insurreição dos escravos Malês na Bahia, a Balaiada no Maranhão, a Cabanagem na Amazônia, a revolução Praieira em Pernambuco, a Farroupilha no Sul.

A monarquia caiu menos por seus anacronismos do que pela Lei Áurea que lhe retirou o apoio dos barões do café escravocratas e das chamadas classes “produtoras”, como se os produtores não fossem os escravos que trabalhavam.

A revolução de 30, com seu viés nacionalista, mesmo que parcialmente, deslocou o eixo do país do mercado externo para o interno; do modelo agrário exportador para o de substituição de importações; do domínio das elites exportadoras do café do pacto Minas/São Paulo, para novas lideranças das zonas de produção para o mercado interno, como as do arroz e charque do Rio Grande do Sul; do voto censitário, para o voto “universal” (menos para os analfabetos, naquela época ainda maioria entre os adultos), do voto exclusivamente masculino para o voto feminino; das relações de trabalho ditadas apenas pelo poder dos patrões para a sua regulação, pelo menos na esfera industrial com a criação do Ministério do Trabalho e das leis trabalhistas voltadas para a classe operária . Não se conseguiu tocar o domínio incontornável dos proprietários de terra na regulação das relações de trabalho dentro de suas propriedades, o que só vai acontecer depois de 1964.

Getúlio implantou uma política corporativista de apaziguamento entre as classes e de “cooperação” entre capital e trabalho, entre operários e os capitães da indústria em torno de um projeto de industrialização e defesa dos interesses nacionais. Ele criou as bases para o Brasil moderno.

Nesta campanha eleitoral certos meios de comunicação criaram o motto: “Fora PT”. Busca-se acabar com a “ditadura” do PT, para deixar campo livre para instaurar a “ditadura do mercado financeiro”. O que realmente incomoda? A corrupção e o mensalão?

A meu ver, o que incomoda, em que pesem todos seus limites, são as medidas democratizantes como o Pro-Uni, as cotas nas universidades para os estudantes vindos da escola pública e não dos colégios particulares; as cotas para aqueles cujos avós vieram dos porões da escravidão; a reforma agrária, ainda que muito aquém de tudo o que seria necessário, como sempre nos lembrou Dom Tomás Balduino; a demarcação e homologação em área contínua da terra Yanomami contra a grita de meia dúzia de arrozeiros apoiados pelo coro unânime dos latifundiários e do agronegócio, assim como todos os programas sociais do Bolsa Família, ao Luz para Todos, ao Minha Casa, minha Vida, o Mais Médicos e daí para frente.

Nunca incomodou a estes críticos que o Estado pagasse o estudo de jovens estudantes de famílias ricas que deram a seus filhos boa educação em escolas particulares, o que lhes franqueou o acesso ao ensino gratuito nas universidades públicas aprofundando e consolidando a desigualdade de oportunidades. Esse estudo custa mensalmente ao Estado no caso de cursos como o de Medicina de seis a sete mil reais. Nunca protestaram essas famílias contra essa “bolsa-esmola” dada aos ricos, e que é vista como “direito” devido a seus méritos e não como puro e escandaloso privilégio. São os mesmos que se recusam a ser médicos nos interiores e nas periferias que não dispõem de um médico sequer.

Os que sobem o tom dizendo que tudo no país está errado, em que pese a melhoria do salário mínimo, a criação de milhões de empregos, a ampliação das políticas sociais em direção aos mais pobres, a criação do Mais-Médicos, posicionam-se contra as políticas do PT que visam a assegurar direitos cidadãos, ampliar a democratização da sociedade, combater privilégios e sobretudo colocar um pouco de freio (insuficiente a meu ver) à ganância e à ditadura do capital financeiro e do “mercado”.

É esta a razão do meu voto para outro projeto de país, que atende às demandas sempre negadas às grandes maiorias. É por isso, que votei Dilma no primeiro e o farei no segundo turno, respeitando as ponderações e escolhas dos que enxergam um caminho diferente e viável para o momento atual. É esse também o meu pensamento.

DADOS GOVERNOS FHC/PSDB E LULA-DILMA/PT POR HILDEGARD ANGEL, jornalista

Com a eventual vitória de Aécio Neves, voltará em cheio o projeto neoliberal que não deu certo nem aqui nem nos países centrais e com uma crise abissal e 102 milhões de desempregados. O futuro ministro da Fazenda Armínio Fraga já sinalizou para onde vai a direção do Governo ao dizer: “dos bancos públicos (Banco do Brasil, Caixa Econômica e BNDS) com as correções a serem feitas, vai sobrar pouca coisa”; e disse algo assustador para quem vive de salário:”os salários estão altos demais”; há que rebaixá-los. Cada um vota conforme sua preferência, mas pense antes nas consequências globais para o país e para quem mais precisa de meios para viver que são as grandes maiorias pobres: Leonardo Boff

Sobre o segundo turno das eleições presidenciais (Por que a grande imprensa brasileira nunca publicou esses dados com destaque?)

Comparando o Brasil de 2002 (Fernando Henrique Cardoso) ao de 2013 (Lula/ Dilma)… segundo a OMS, a ONU, o Banco Mundial, o IBGE, o Unicef etc…

Publicado em 15/09/2014 > http://www.hildegardangel.com.br/?p=41715

Leiam e tirem as suas próprias conclusões….

1. Produto Interno Bruto:

2002 – R$ 1,48 trilhões
2013 – R$ 4,84 trilhões

2. PIB per capita:
2002 – R$ 7,6 mil
2013 – R$ 24,1 mil

3. Dívida líquida do setor público:
2002 – 60% do PIB
2013 – 34% do PIB

4. Lucro do BNDES:

2002 – R$ 550 milhões
2013 – R$ 8,15 bilhões

5. Lucro do Banco do Brasil:
2002 – R$ 2 bilhões
2013 – R$ 15,8 bilhões

6. Lucro da Caixa Econômica Federal:
2002 – R$ 1,1 bilhões
2013 – R$ 6,7 bilhões

7. Produção de veículos:
2002 – 1,8 milhões
2013 – 3,7 milhões

8. Safra Agrícola:
2002 – 97 milhões de toneladas
2013 – 188 milhões de toneladas

9. Investimento Estrangeiro Direto:
2002 – 16,6 bilhões de dólares
2013 – 64 bilhões de dólares

10. Reservas Internacionais:
2002 – 37 bilhões de dólares
2013 – 375,8 bilhões de dólares

11. Índice Bovespa:
2002 – 11.268 pontos
2013 – 51.507 pontos

12. Empregos Gerados:
Governo FHC – 627 mil/ano
Governos Lula e Dilma – 1,79 milhões/ano

13. Taxa de Desemprego:
2002 – 12,2%
2013 – 5,4%

14. Valor de Mercado da Petrobras:
2002 – R$ 15,5 bilhões
2014 – R$ 104,9 bilhões

15. Lucro médio da Petrobras:
Governo FHC – R$ 4,2 bilhões/ano
Governos Lula e Dilma – R$ 25,6 bilhões/ano

16. Falências Requeridas em Média/ano:
Governo FHC – 25.587
Governos Lula e Dilma – 5.795

17. Salário Mínimo:
2002 – R$ 200 (1,42 cestas básicas)
2014 – R$ 724 (2,24 cestas básicas)

18. Dívida Externa em Relação às Reservas:
2002 – 557%
2014 – 81%

19. Posição entre as Economias do Mundo:
2002 – 13ª
2014 – 7ª

20. PROUNI – 1,2 milhões de bolsas

21. Salário Mínimo Convertido em Dólares:
2002 – 86,21
2014 – 305,00

22. Passagens Aéreas Vendidas:
2002 – 33 milhões
2013 – 100 milhões

23. Exportações:
2002 – 60,3 bilhões de dólares
2013 – 242 bilhões de dólares

24. Inflação Anual Média:
Governo FHC – 9,1%
Governos Lula e Dilma – 5,8%

25. PRONATEC – 6 Milhões de pessoas

26. Taxa Selic:
2002 – 18,9%
2012 – 8,5%

27. FIES – 1,3 milhões de pessoas com financiamento universitário

28. Minha Casa Minha Vida – 1,5 milhões de famílias beneficiadas

29. Luz Para Todos – 9,5 milhões de pessoas beneficiadas

30. Capacidade Energética:
2001 – 74.800 MW
2013 – 122.900 MW

31. Criação de 6.427 creches

32. Ciência Sem Fronteiras – 100 mil beneficiados

33. Mais Médicos (Aproximadamente 14 mil novos profissionais): 50 milhões de beneficiados

34. Brasil Sem Miséria – Retirou 22 milhões da extrema pobreza

35. Criação de Universidades Federais:
Governos Lula e Dilma – 18
Governo FHC – zero

36. Criação de Escolas Técnicas:
Governos Lula e Dilma – 214
Governo FHC – 0
De 1500 até 1994 – 140

37. Desigualdade Social:
Governo FHC – Queda de 2,2%
Governo PT – Queda de 11,4%

38. Produtividade:
Governo FHC – Aumento de 0,3%
Governos Lula e Dilma – Aumento de 13,2%

39. Taxa de Pobreza:
2002 – 34%
2012 – 15%

40. Taxa de Extrema Pobreza:
2003 – 15%
2012 – 5,2%

41. Índice de Desenvolvimento Humano:
2000 – 0,669
2005 – 0,699
2012 – 0,730

42. Mortalidade Infantil:
2002 – 25,3 em 1000 nascidos vivos
2012 – 12,9 em 1000 nascidos vivos

43. Gastos Públicos em Saúde:
2002 – R$ 28 bilhões
2013 – R$ 106 bilhões

44. Gastos Públicos em Educação:
2002 – R$ 17 bilhões
2013 – R$ 94 bilhões

45. Estudantes no Ensino Superior:
2003 – 583.800
2012 – 1.087.400

46. Risco Brasil (IPEA):
2002 – 1.446
2013 – 224

47. Operações da Polícia Federal:
Governo FHC – 48
Governo PT – 1.273 (15 mil presos)

48. Varas da Justiça Federal:
2003 – 100
2010 – 513

49. 38 milhões de pessoas ascenderam à Nova Classe Média (Classe C)

50. 42 milhões de pessoas saíram da miséria

FONTES:
47/48 – http://www.dpf.gov.br/agencia/estatisticas
39/40 – http://www.washingtonpost.com
42 – OMS, Unicef, Banco Mundial e ONU
37 – índice de GINI: http://www.ipeadata.gov.br
45 – Ministério da Educação
13 – IBGE
26 – Banco Mundial

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