Pausa para Refletir

Um enigma bastante popular hoje em dia é aquele que conta a história de um povo que viveu em um certo país que há muito tempo existiu. Esse país era governado por uma Emissora de Televisão e uma “meia dúzia” de famílias muito ricas. Eleito pela Emissora, para manter a ordem de seus interesses, sempre existia um Juiz que ficaria de olho se um presidente, eleito pelo povo, se comportava de maneira politicamente correta. Caso a Emissora decidisse se um presidente deveria sair, por transgredir a ordem de seus interesses, o Juiz logo arrumava uma maneira de condenar o infeliz presidente – “presidente” era um tipo de líder eleito e escolhido para ser o grande chefe, por voto popular, numa estratégia de manipulação e controle de massas, por eles chamada de “Democracia”. Para tomar sua decisão, o Juiz se baseava na delação de algum ladrão corrupto, entre os tantos que ali existiram – chamados de senadores e congressistas, entre outros – esse era inicialmente preso e em seguida libertado, sendo ou não culpado de seu crime. Um fato interessante sobre a história desse país, leva em conta a forma de manipulação exercida pela Emissora de Televisão sobre a sociedade. Tudo se baseava em sua programação de mentiras e bobagem, mas que encantavam a população que não precisava mais pensar. Inteligentemente, a produção da Emissora trabalhava com programações objetivando afastar o povo das ideias de pensadores como Jean-Jacques Rousseau. Assim, o povo desconhecia Do Contrato Social e, embora os deixasse livres, conforme o que pregava o filosofo, era a programação da Emissora que os mantinha acorrentados a ela. Conta-se que certa vez, a Emissora e seu Juiz, ou cão de guarda, indignaram-se com uma mulher que conseguiu ser eleita – coisa rara de acontecer devido a maneira de pensar sobre as mulheres que o povo daquele país mantinha em suas crenças. Essa indignação se manifestou no mais organizado Leviatã de Thomas Hobbes e na fúria tempestuosa de cada linha escrita a sangue por Maquiavel, em O Principe. Diz a história que isso aconteceu devido a um conflito entre a programação de governo da presidenta e a programação de manipulação da Emissora. A tal presidenta, inocentemente, sem se perceber da força ideológica de uma minoria que se declarava branca e rica, a qual mantinha o poder e a Emissora no ar, criou programas sociais de melhoria de vida das classes menos favorecidas (estudantes, por exemplo – que absurdo!). Como não conseguiam provar qualquer crime de responsabilidade da presidenta, decidiram condená-la assim mesmo e o Juiz pediu a condenada para fazer uma afirmação. Se essa afirmação fosse verdadeira ela seria afastada e enforcada. Se fosse falsa, impeachmada e decapitada. Se você pudesse voltar no tempo e dar sua sugestão a presidenta condenada, que afirmação faria para impedir sua execução? (Hint: Associe sua afirmação com “Fora Temer”).

Trecho retirado do artigo “Lógica Dedutiva da Filosofia, da Ciência e do Senso Comum”:

Uma Introdução ao Pensamento

 

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